O que é Big Data – Qual a sua importância?

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Já imaginou conhecer seu cliente de forma profunda, saber qual o seu comportamento e quais são os seus maiores interesses e principalmente as suas necessidades?
  Atualmente conhecer o seu consumidor é definitivamente a melhor forma de se obter sucesso em seu negócio. Devido ao grande avanço da tecnologia, vivemos em um cenário cada vez mais dinâmico, onde ter acesso a informação de forma rápida e precisa se torna cada dia mais importante.
 Por facilitar a tomada de decisões mais assertivas e por possibilitar um conhecimento maior sobre seus clientes, o Big Data tem se tornado um dos “bens” de maior valor para as companhias. Afinal, ter acesso a informação é “um trunfo” que as empresas podem ter em suas mãos.
 Mas o que é Big Data, como ele funciona, quais são os seus reais benefícios, quais mudanças podem ser realmente efetuadas através dos dados captados?
  Se você quer saber a resposta para essas e muitas outras perguntas sobre esse recurso incrível, que pode mudar sua forma de vender e de lidar com seu cliente, vale a pena continuar lendo esse post.

O que é Big Data

o que é big data e qual a sua importância

 Big Data é uma expressão relativamente nova no mercado, mas que se tornou muito popular na era atual. Como o próprio nome sugere, esse é o termo utilizado para se referir a ENORME quantidade de DADOS produzidos e armazenados diariamente, seja por pessoas, empresas ou aparelhos tecnológicos.
 Esses dados são divididos em grupos, analisados e relacionados por meio de algoritmos como, os presentes em: Google ADS, Facebook ADS entre muitos outros.
Saiba mais sobre análise e gestão de dados (AQUI).

A importância do Big Data

 Para que você entenda realmente qual a importância dos dados, você precisa saber o quanto você tem perdido de informações sobre o seu cliente e o quanto isso pode afetar a sua empresa.

 A sua importância não gira em torno apenas de como ou quanta informação chega até você e sua empresa e sim do que você faz com ela, como utilizar e interpretar todos esses dados é o primeiro passo para se ter sucesso com esse recurso. Usar os dados de forma inteligente para melhorar o seu negócio é tão importante quanto se ter esses dados.
 “O que mais importa não é se você tem os dados, mas sim como vai usá-los. […] A gente precisa entender que a pirâmide inverteu. As informações existem e precisamos saber interpretá-las rapidamente”. Fábio Sayeg, fundador e CEO da ZOLY
  Os consumidores estão a cada dia mais exigentes e o mercado ainda mais competitivo, nos forçando a INOVAR diariamente e ter isso como premissa é essencial para o sucesso do seu negócio.

Explore todo o seu potencial

 A exploração dos dados captados, se bem processada e analisada, pode ajudar a sua empresa a melhorar o seu desempenho e a sua relação com o consumidor de forma significativa.
 Para ter um resultado positivo, não basta apenas ter os dados, é necessário compreender todo o processo de gestão e análise dos mesmos (coleta, armazenamento, organização e análise), além de mantê-los sempre atualizados, transformando esses dados em informações relevantes para a sua marca.

Big Data Analytics

Você já entendeu como o Big Data funciona, mas como mencionado anteriormente, isso tudo só e possível por meio da análise dos dados fornecidos, para que o cruzamento desses dados aconteça é necessário um software que leia e tudo isso.
  O Big Data Analytics faz exatamente esse trabalho, ele lê os dados e passa as informações de forma organizada, para que assim você consiga compreende-los e transforma-los em algo útil para você e sua empresa.

Capacite sua equipe

Para se ter uma análise e gestão eficiente dos dados é necessário que além dos software, a sua empresa possua também profissionais qualificados, sendo necessário a contratação de especialistas, ou a capacitação dos funcionários já atuantes na sua companhia.
 “Tanto Avinash quanto Simo Ahava, dois grandes nomes no mercado de Digital Analytics, consideram que investir em bons profissionais, com perfil focado em análise, é mais importante do que investir em ferramentas, pois de nada adianta ter tecnologias de ponta se não possuirmos profissionais qualificados para tornar os dados relevantes e acionáveis.”

Os pilares do Big Data

  Embora o termo seja recente, o ato de coletar dados e armazenar informações são bem antigos. Existem diversas teorias sobre quando e como ele surgiu, mas ninguém realmente sabe ao certo como isso aconteceu.
  Porem, o termo só ganhou real destaque no ano 2000 quando a analista Doug Laney, baseou e dividiu o Big Data em 3 (três) V’S: volume, variedade e velocidade, mas com o tempo ele ganhou mais 2 (dois) V’S, veracidade e valor, todos juntos formam os seus pilares.
Volume: O primeiro V se refere exatamente a essa avalanche de dados gerados e processados pelos algoritmos a todo minuto, e que a cada ano com o avanço da tecnologia vem crescendo mais e mais, de forma rápida e significativa.
Variedade: É a forma com que os dados são produzidos, seja em forma de texto, vídeos, áudios, fotos e afins. Quanto mais dados eu tenho, maior é a complexidade exigida para se trabalhar essas informações e maior é também, a possibilidade de se obter informações relevantes para as empresas. (Dados estruturados e Não estruturados).
Velocidade: A rapidez e eficiência com que um dado é produzido e processado pelo algoritmo é de grande importância para fornecer vantagem competitiva para as empresas, vantagens essas, que antes eram muito difíceis de conseguir. Tornando possível identificar padrões de maneira quase imediata e com isso agir de forma a melhorar seus processos internos e externos.

Veracidade: Esse pilar está diretamente relacionado fato dos dados processados serem ou não verdadeiros, o que é de estrema importância para obter resultados positivos para o seu negócio.
Valor: A principal função do Big Data é agregar valor para a sua empresa e para isso é preciso que, a informação gerada e processada a todo o momento pelo algoritmo seja útil para o seu negócio. Tornando esse um dos principais pontos em relação a esse recurso. Se a informação acrescentar alguma vantagem para a sua empresa, então ela tem valor!

Estruturados e não estruturados

A forma como os dados são organizados é muito importante para a compreensão e análise das informações obtidas. Por isso eles são divididos em 2 (duas) partes: Estruturados e não estruturados.
Estruturados: São aqueles que possuem uma estrutura pré-determinada, como: localização, vendas, contatos, perfil de clientes, esses dados podem ser analisados apenas pelo algoritmo sem necessidade de interferência humana.
Não estruturados: Esses são os dados mais complexos de se analisar, pois eles não possuem uma estruturação, sendo então, necessária a análise humana. Essas informações são coletadas principalmente por meio das mídias sociais, Facebook, Instagram, YouTube, Twitter, portais de noticias e afins. Essas mídias costumam trabalhar com diversas formas de informações desde imagens até vídeos e áudios, por isso a complexidade em analisar esses dados é tão grande, pois cada um pode ter um significado diferente.

 

Tipos de dados

Como mencionado anteriormente, os dados são produzidos de diversas formas (imagens, vídeos, áudios…) e para que você não afunde nessa avalanche de informações, é necessários entender quais são os tipos de dados gerados, e para facilitar, eles são divididos em 3 (três) categorias, Social data, Enterprise data e Personal data, que juntas trazem uma informação verídica e útil.
Social data: Essas são as informações coletadas nas redes sociais, são basicamente informações que identificam o comportamento do publico, o que eles gostam de fazer, ouvir etc..
Enterprise data: São os dados gerados pelas empresas a todo o momento, como na área financeira, recursos humanos, operações gerais e afins.
Personal data: Essa é uma categoria bem recente, os dados são coletados através das geladeiras, televisão, carros e outros dispositivos que se ligam e internet.
(Saiba mais sobre Analise e gestão de dados AQUI)

Business Intelligence x Big Data

 É bem comum acontecer uma pequena confusão quando se trata desses termos, muitas pessoas acham que Big Data e Business Intelligence são a mesma coisa, mas na realidade eles se complementam.
 O Big Data é a enorme quantidade de dados que a sua empresa capta no decorrer do tempo, mas nada adianta os dados se eles não forem usados de forma inteligente e eficiente, é ai, que entra o Business Intelligence, para auxiliar na tomada de decisão da sua empresa.
 Para entender melhor a diferença entre ambos, leia esses posts completos sobre BIG DATA (AQUI) e BUSINESS INTELLIGENCE (AQUI).

Mercados que se beneficiam do Big Data

Muitas empreendedores possuem essa dúvida, se o mercado em que eles atuam tem espaço para o Big Data.  A verdade é que os dados estão presentes em todas as áreas e sim, eles podem ser usados por todos.
Esses são alguns seguimentos que tem investido com mais frequência em dados e sim, estão tendo resultados significativos:
  • Varejo;
  • Governo;
  • Educação;
  • Saúde;
  • Bancos.
Como vocês podem vê são mercados totalmente distintos, mas que aproveitam esses dados para gerar resultados significativos e assertivos para a sua empresa.

Big Data no varejo

Embora diversos mercados aproveitem o uso dos dados, o mercado varejista é um dos que mais investem nesse recurso. Com o passar do tempo houve algumas mudanças no mercado varejista, porem, com o surgimento do Big Data a experiência do cliente teve uma grande melhora, pois os varejistas passaram a perceber o que o seu publico alvo queriam e precisavam antes mesmo dos próprios consumidores.
 Além disso, possibilitaram também na criação de diversos “programas” de fidelidade do cliente com base nos dados sobre hábitos de compras, produtos mais consumidos etc… E também facilitou a compreensão aprofundada sobre seu publico alvo, podendo assim, prever tendências, recomendar novos produtos.

Possibilidades de mudanças

Por meio do Big Data você deslumbra diversas possibilidades de mudanças na forma como o seu negócio funciona, agora é o momento de entender algumas das mudanças mais comuns feitas por meio dos dados, lembrando que as possibilidades são muitas, basta usar a imaginação.
1 – Marketing Direcionado: Quando conhecemos o comportamento do nosso cliente e quais são os seus hábitos de consumo, podemos criar planos e estratégias de Marketing que são direcionadas diretamente para esse consumidor ideal. Gerando um resultado mais efetivo na conversão de leads.
2 – Novos produtos: Analisando o perfil do seu consumidor, comportamento, estilo de vida, preferencias, é muito mais fácil criamos novos produtos que atendam a sua necessidade tendo mais chances de sucesso.
3 – Tempo e dinheiro: Tendo um produto que atenda as necessidades do seu consumidor, um marketing bem direcionado você vai economizar tempo e recursos que muitas vezes são perdidos por não gerar resultados.
4 – Relacionamento e vendas: Quando se conhece bem o seu consumidor é possível oferecer produtos mais relevantes, gerando maior fidelização do cliente, menos reclamações, indicações para amigos entre outras coisas.
5 – Corporativo: Quando se combina Big Data com inteligência analítica de alta performance, você pode realizar também mudanças corporativas como:
  • Determinar a causa de falhas, problemas e defeitos quase que em tempo real;
  • Gerar cupons no ponto de venda com base nos hábitos de compra do cliente;
  • Recalcular carteiras de riscos completas em minutos;
  • Detectar comportamentos fraudulentos antes que eles afetem sua organização.
 Por esses e diversos outros motivos o acesso a informação é tão importante, através dos dados obtidos pelo algoritmo, podendo cruzar informações e assim conhecer ainda mais o seu publico, saber quais são seus desejos, necessidades, insatisfações etc.. E assim, criar Insights inovadores, solucionar problemas de forma rápida além de agradar cada dia mais o seu cliente, que se torna assim leal e sua marca.
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